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JJ Sales

A Vingança

      Ao ingressar na CSN, no início da década de setenta, estava ciente de que os cargos disponíveis eram para profissionais sem qualificação (serventes). A opção ainda assim se justificava pela expectativa de se iniciar carreira numa empresa do porte daquela estatal.
Uma vez aprovado, o novo empregado teria que cumprir regime de turno de revezamento, onde se trabalhava sete dias para folgar um e somente após quarenta dias é que se adquiria direito a folgar um domingo. Era a chamada “folga de oitenta” que nada mais era, que um intervalo de descanso de oitenta horas.  
Havia uma história, cuja veracidade jamais foi confirmada, de que um cidadão lá das Minas Gerais. Depois de cumprir a jornada que lhe credenciava a tal folga, seu chefe lhe disse: “Fulano, você está de folga de oitenta”. Imediatamente o meu conterrâneo juntou suas tralhas e viajou para seu torrão natal, somente retornando oitenta dias depois. Conclusão foi demitido por justa causa. Motivo; abandono de emprego.
Bem, mas estas eram as condições, caso nós recém aprovados quiséssemos trabalhar na maior empresa da América Latina. Era “pegar ou largar”.
Dentre todos os que haviam sido admitidos comigo, talvez eu fosse o que tinha o menor grau de escolaridade – ginásio incompleto – naquele tempo não se falava em primeiro ou segundo grau. Primeiro se fazia o curso primário, em seguida o ginasial, depois um curso médio. Esse quase sempre profissionalizante, e somente aí se credenciava ao ingresso no estabelecimento de formação superior. Por isso, imediatamente à minha admissão na CSN, reiniciei os meus estudos. Tinha como prioridade absoluta concluir o ginásio e a necessidade de cumprir jornadas, em turnos de revezamentos era um agravante na busca deste meu intento, razão pela qual investia ao máximo no sentido de evitá-lo. Quando não tinha jeito, e eu era escalado para o “turno”, oferecia-me como voluntário, para trabalhar para os colegas no horário de “quatro à meia noite” nos fins de semana, a fim de que estes “trocassem” comigo seus horários nos dias de aula. Isso, diga-se de passagem, não era difícil, afinal trabalhar em outro horário, que não o famigerado “quatro a meia noite”, nos fins de semana, era tudo o que todos queriam.
Vivia em constate tensão questionando a mim mesmo: “será que no dia da prova eu conseguirei trocar o horário?”. Apesar das inúmeras dificuldades não desistia. Estava convencido de que, com o curso ginasial concluído, minhas oportunidades na empresa seriam outras.
Quando estava cumprindo jornada em horário administrativo – somente trabalhando durante o dia – minha preocupação era a de não fazer “serão”.
Os serviços reservados para nós, serventes, sobretudo quando cumprindo esse horário, se resumia em tarefas com início e fim determinados ou sem a necessidade de estender o horário além do normal. O encarregado, porém, vendo nas “horas extras” o expediente legal para aumentar seus rendimentos, admitia tal hipótese já no início do dia  sob a  inverossímil alegação da imperiosa necessidade da conclusão daquela empreitada.
Essa era uma das minhas maiores preocupações, afinal meu empenho para livrar-me do “turno” já não era muito bem visto, e se mesmo assim eu continuasse a perder aulas, todo meu sacrifício seria inglório. Por outro lado, se insistisse em resistir ao “serão”, corria o risco de ser inapelavelmente “devolvido” ao “turno”. Ficava, pois, entre a cruz e a espada.
Para evitar que tal fato se desse, isto é “fazer serão”, dedicava-me ao máximo à conclusão da tarefa, fossem elas quais fossem, mesmo que tivesse que estender a jornada à minha revelia e assumindo o risco de tal inadvertência. Registre-se, que meu objetivo seria em muito facilitado, se houvesse um mínimo de colaboração por parte dos colegas. Esses, na grande maioria, ao contrário, sabendo do meu interesse em não ficar além do horário e de meu hercúleo empenho para tal, faziam corpo mole.
Entre os colegas que menos colaboravam existia um, a quem aqui, vou deliberadamente chamar de Edson. O Edson era sem dúvida dentre todos nós, recém admitidos, o que possuía o maior grau de escolaridade e a despeito de ser antipático, indesejável e ironicamente provocador, tinha uma característica que não obstante, o tornava invulnerável a um revide: conhecia os limites de cada um de nós e, por conseguinte sabia até onde podia provocar-nos. No quesito: complicar a minha vida, era sui genere. Assim logo de manhã, quando ainda estávamos no vestiário, só para provocar-me dizia: “Eu hoje estou a fim de fazer um serão”. Essa possibilidade me assustava tanto que até um comentário assim, alterava meu humor e aí eu ponderava:
– “Pô, Edson, você sabe que isso me prejudica”.
– “Sei não” – respondia ironicamente voltando a cabeça em minha direção, enquanto ajeitava-se no macacão amarrado à cintura e a exibir o tronco nu esquelético e branco.
– Se você não esta a fim de trabalhar – dizia com ar de autoridade –  peça suas contas, porque hoje eu não vou ajudá-lo. Ai o riso era geral, afinal todos sabiam que o altruísmo jamais fora seu forte.
Quando das realizações destes serviços, embora certo de que não pudesse contar com ninguém, principalmente com o Edson, em pleno exercício da atividade, sempre que tinha oportunidade, o instigava a uma maior participação, exortando a importância do espírito de corpo. Nestas ocasiões, ele permanecia absolutamente insensível e respondia-me em tom de advertência: 
– Não fique perdendo tempo comigo ou isto – insinuava em relação à empreitada – vai dar serão!
Outra situação hilariante envolvendo nós dois, era quando eu, após protelar o quanto podia para não perder tempo tomando água, dirigia-me por fim ao bebedouro. Nestas ocasiões era comum ser surpreendido por ele batendo energicamente palmas às minhas costas, com severas críticas ao fato de eu ter parado. Nestas oportunidades, normalmente ele era tão convincente que levaria um menos avisado a reconhecer nele alguma autoridade. Então, com seu cinismo peculiar e a insensibilidade de um verdugo, profetizava:
– Se você insistir nestes caprichos – o de parar para tomar água – definitivamente eu não sei se este serviço acaba hoje e com as mãos nos quadris, movendo a cabeça negativamente sentenciava:
– Isto vai dar serão!
Embora eu jamais tenha conseguido convencê-lo em ajudar-me, não perdia a esperança, e reagir às suas provocações reduzia ainda mais as minhas chances. Não sei se por isso, ou sei lá porque, mas a verdade é que nessas ocasiões eu sempre ficava suficientemente calmo, mesmo porque depois dessas suas encenações ele saía rindo, evidentemente sem prestar-me qualquer tipo de ajuda. 
Devido à minha promessa ao encarregado de que concluiria o serviço sem necessidade de fazer horas extras, era comum eu permanecer envolvido na sua conclusão depois de todos já terem ido embora. Por isso, quase sempre ao chegar ao vestiário, todos os meus colegas já haviam ido embora.
Em uma destas ocasiões, o Edson certamente sem saber que eu não havia acabado a tarefa, que naquele dia eu realmente teria de estender minha jornada e como se não bastasse, eu havia dispensado o jantar imaginando que terminaria os serviços a tempo de encontrar o refeitório aberto*.
Assim que cheguei ao vestiário ele se dirigiu a mim com a mesma ironia de sempre, cometendo naquele dia, um erro que não era comum por parte dele: ignorou meu estado de espírito e por conseqüência “meu limite” e continuou a interpelar-me com o mesmo sarcasmo:
– O que você esta fazendo aqui a essa hora? Não vai me dizer que já vai embora? – Insistia.

   * O refeitório, instalado no lado de fora das dependências da “Usina”, mais precisamente no bairro Conforto, nessa época funciona para oferecer jantar, até as 18h30. Quando já se sabia de antemão da necessidade da permanência do pessoal para além do horário, requisitava-se as refeições previamente. Nos casos de emergência em que a conclusão do serviço se estendesse além do horário normal, mas não o suficiente para que os envolvidos encontrassem o refeitório fechado, a decisão da prévia requisição daquelas e suas conseqüentes entregas no posto de trabalho, ficavam à critério dos interessados.
   As refeições (quentinhas) servidas no interior da “Usina” naquele tempo, eram carinhosamente chamada de “Sonrisal”. Recebeu este apelido por ser considerada tão indigesta, que seu consumidor, em seguida à sua ingestão, deveria fazer uso daquele antiácido. Como usuário desse repasto durante vários anos, contesto categoricamente esta afirmação.

    Não o respondi. Limitei-me a sentar e acessar desnecessariamente meu armário, mesmo porque a minha ida até o vestiário havia se transformado em mais uma frustração: não encontrara o colega que justificaria no colégio a minha falta. Pela primeira vez desejei que o Edson voltasse a me provocar e ele não me decepcionou:
– E aí cara – repetiu no mesmo tom.
– Vai ficar escondido aqui no vestiário? – disse tocando meu ombro com as pontas dos dedos para não sujar suas mãos no meu macacão imundo. Era tudo que eu queria.
Segurei seu pulso fino e branco com a força de quem estava descarregando tijolos refratários e antes que ele se recobrasse do susto, o puxei com força para baixo de forma que sua cabeça veio à altura do acento do banco em que eu estava.
Por um instante pensei em enfiá-lo dentro do seu próprio armário, mas como ele não colaborava e havia o ruído de cabide caindo, espelho quebrando e seus pertences a espalhar pelo chão, isto denunciaria as vias de fato, o que certamente me prejudicaria. Contentei-me em apenas levantá-lo pelos fundos da calça, como se fosse uma bailarina e colocá-lo recalcitrante, sem cuidados, sob um chuveiro parcialmente aberto.
No dia seguinte eu estava visivelmente constrangido pelo ocorrido e ao dirigi-me até o armário esperava não encontrá-lo, mas para minha decepção a primeira pessoa com quem eu me deparei foi justamente ele, que me recebeu como se nada tivesse ocorrido e com sua costumeira ironia e já cedo começava a provocar-me com o clássico “isto vais dar serão”.
Desta feita recebi suas provocações mais espirituosamente do que de costume, considerando seu crédito comigo, pelo “incidente” do dia anterior.
O Edson era assim: provocador, pretensioso, dissimulado, imodesto. Em síntese incorrigivelmente indesejável. Eu não era sua “única vitima”, mas acho que era a principal. Perspicaz que era, descobriu o quanto desconfortava-me ter que perder aula, então vivia tripudiando com esta possibilidade.
Havia uma ocorrência não muito comum, mas que quando acontecia tinha que ser realizada em emergência, considerando as conseqüências e comprometimentos até logísticos. Dado a exceção, todo efetivo era mobilizado em prol de sua imediata resolução.
Tratava-se de descarrilamento de pranchas transportadoras de placas, às vezes ainda rubras devido à temperatura e com peso individual entre cinco e sete toneladas.
Quando isto acontecia, tinha que ser interditado além de trechos das linhas férreas, normalmente também as passagens de nível e por conseqüência o tráfego rodoviário.
O recurso ideal para agilizar a regularização seria o guindaste dotado de eletroimã. No entanto a interdição da estrada de ferro inviabilizava sua aproximação. Conclusão: o serviço tinha mesmo que ser realizado manualmente e este na maioria das vezes, consistia em deslocar a placa alguns poucos centímetros o suficiente para que o eletroímã do guindaste as acessassem, mesmo porque seus pesos não permitiam que fosse muito além disso.
Era um trabalho extremamente extenuante, em condições absolutamente inseguras e igualmente insalubres. Em todas as vezes em que estive envolvido nessas empreitadas, experimentei duas coincidências: uma mais ou menos previsível: as provocações do Edson e a outra, era que invariavelmente chovia.  
A chuva era um agravante, porque a queda d’água sobre as placas, normalmente muito quentes, resultava em evaporações de gases cuja involuntária inalação causava-nos náuseas e uma desconfortável sensação de asfixia. O vapor quente (semelhante ao que se verifica ao destampar uma panela em fervura) além de provocar queimaduras, contribuía com a chuva na tarefa de nos deixar ainda mais molhados.
Para minorar esses efeitos, nós trabalhadores nos deslocávamos de acordo com a posição do vento, em torno da(s) placa(s) e/ou da prancha, num balé macabro em fuga daquele inferno.
O Edson era um caso a parte. Ele, que além de absolutamente omisso no dia-a-dia e que se caracterizava pelas suas constantes críticas a qualquer modelo de comportamento pautado na disciplina, iniciativa, e colaboração, agora, graças à presença da “chefia”, assumia um discurso tão simpático aos interesses do patrão quanto hipócrita. Sua atitude em tais circunstâncias, especialmente para nós que o conhecíamos era tão intolerante, que não raro desequilibrava até os mais controlados. Eu mesmo por um par de vezes, intervi para arrefecer os ânimos.
A despeito da ostensiva presença da “chefia”, ele não hesitava em se omitir e para compensar isso, chamava para si o comando, gritando em voz alta, palavras de ordens, algumas das quais com destino certo, como por exemplo, o clássico: “isto vai dar serão”.         
Depois de trabalhar três anos e sessenta e um dias, sob tensão de não poder dar continuidade aos meus estudos, e a despeito de tantas outras dificuldades, consegui concluir meu curso e credenciar-me a concorrer a uma vaga em outro setor da CSN, (Laboratório Eletrônico). A aprovação neste concurso representou para mim uma conquista, sem precedentes.
Durante o processo de transferência, aguardei a ocorrência de uma prática muito comum naquela época e que consistia na publicação do ato administrativo numa espécie de periódico que circulava no interior da Usina denominado “Boletim”. Certos procedimentos só se consumavam quando publicado neste veículo. Este expediente era chamado de “Cantar em Boletim”.
Já transferido e somente dependendo da publicação daquele ato administrativo, passei a transitar entre os colegas, numa condição privilegiada e porque não dizer até de superioridade. E aí, já saudoso daquele convívio, inclusive pasmem, do Edson com suas provocações.
Depois da minha transferência meus contatos com aqueles colegas foram se tornando cada vez mais raros, resumindo-se a encontros esporádicos no refeitório, até deixarem de existir.
Na minha nova função no laboratório eletrônico a minha rotina era o manuseio de tecnologia de ponta, e além de representar status, as condições de trabalho eram tão nobres que mais parecia um entretenimento. Às vezes éramos solicitados para prestar assistência técnica in loco, ou como se costumava dizer, “na área”. Numa destas ocasiões, fui designado para tal mister e embora necessitasse portar apenas de uma chave de fenda de ourives e um catálogo técnico, foi colocado à minha disposição um automóvel com motorista. Era praxe que, nós profissionais do “Laboratório Eletrônico”, somente nos deslocássemos  no interior da usina mediante tais mordomias, se bem que neste dia estivesse chovendo e fazia muito frio.
O trânsito no interior da usina naquela manhã estava muito lento e eu me aproveitava disto, para durante o trajeto, estudar mais detidamente o que iria avaliar na área. A chuva fina e persistente causava uma sensação maior de frio em contraste com o interior do veículo que, com os vidros fechados, estava confortável e aconchegante.
Com o cotovelo encostado no puxador da porta, o queixo apoiado no polegar e o indicador ao longo da face, apreciava o vai e vem do limpador  do “pára brisa” e ouvia no rádio do veículo, “San Francisco” com Scott Mackena.
Pela lentidão com que a fila de carros se deslocava, imaginei a ocorrência de algum acidente. À medida em que o comboio avançou minhas suspeitas se confirmaram: houve um descarrilamento, e sobre a linha férrea, desordenadamente empilhadas, encontravam-se placas ainda meio rubras. Naquele instante retrocedi no tempo e recordei mais nostálgico que saudoso, dos momentos em que também protagonizava aquelas cenas, e na medida que “meu chofer” avançava, eu identificava os “atores daquela peça”: extenuados, molhados dos pés à cabeça tendo as faces “maquiadas” por uma lama preta que os tornava verdadeiros espectros humanos.
A certa altura estava tão próximo, que era impossível não reconhecer entre alguns daqueles os meus ex-colegas e aí, para não constrangê-los, deslizei-me no interior do veículo a fim de camuflar-me e evitar um desnecessário exibicionismo.
Quando me empenhava neste sentido, o veículo parou bruscamente. Sem a freada brusca, atropelaríamos uma alavanca que acabara de ser, inadvertidamente, deixada por um dos homens.
Não fosse este incidente eu teria me acomodado no banco e não teria assistido a enérgica advertência que o responsável por aquele “ato inseguro” estava a sofrer de seu encarregado e muito menos reconhecê-lo como meu antigo algoz: o Edson. Ao se erguer, após retirar o estorvo do “nosso caminho”, ficou tão próximo que os resíduos que cobriam seus andrajos teriam se projetado contra meu rosto, se os vidros do veículo não estivessem fechados. Não obstante tal aproximação, felizmente ele não me reconheceu.
Desde que fui transferido do DCQ, havia obtido algumas conquistas. É possível que para muitos, isso que eu chamava de conquistas fossem nada, mas para quem ingressou na CSN nas condições em que ingressei, representava muito e a maior evidência disto era a comparação das minhas condições atuais com as daqueles colegas. Era impossível não reconhecer, a meu favor, um quantun de ascensão. Essa consciência me garantia um sentimento de realização próprio dos vencedores. Naquele momento aguardava paciente e confortavelmente instalado, que a fila de carros andasse dando-me por satisfeito por não ter sido reconhecido.     
Continuaria assim incógnito, não fosse a incorrigível e presunçosa conduta do Edson, que a despeito da reprimenda que acabara de receber ou do estado em que se encontrava e principalmente pelas condições insegura a que expusera a todos nós, mostrava-se indiferente e como sempre imodesto.
Para reverter o quadro que lhe era desfavorável, procurou imediatamente envolver-se, à revelia do “chefe”, em alguns afazeres. Para seu azar, o instrumento com o qual pretendia ocupar-se, estava firmemente travado sob uma das placas e seu fracasso em não conseguir removê-lo, rendeu-lhe outra descompostura, Numa última tentativa de “sair por cima”, lançou um olhar desafiador, para o nosso veículo, especialmente para sua tripulação – o motorista e eu – que a seu juízo, fora o pivô de tudo aquilo.
Percebi que ele continuava sem reconhecer-me. Neste momento a fila de carros começou a andar e novamente ficamos lado a lado. Desta feita não hesitei; abri o vidro do carro e, desprovido de qualquer intenção de vingança, dirigi a ele uma citação por demais familiar. Por mais que eu não quisesse, traduzia um misto de exibição e ironia, muito embora a minha intenção fosse apenas externar um sentimento nostálgico e de companheirismo que nem o tempo conseguiu destruir e disse:
Não fique perdendo tempo comigo – referi-me à sua preocupação em “assustar-nos” – porque senão, isto vai dar serão!

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